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Tarô Terapêutico

Tarô Terapêutico

O Tarô é  mais popularmente conhecido como ferramenta de adivinhação ou oráculo, mas o Tarô é muito mais que isso.

É uma ferramenta maravilhosa de autoconhecimento e de aconselhamento.

Chamo meu trabalho de Tarô Terapêutico exatamente por isso, pelo aprofundamento que essa ferramenta pode chegar.

O Tarô consegue entrar em contato com a energia do presente e com aspectos do *inconsciente pessoal e  do *inconsciente coletivo.

Tarô Terapêutico

A sua volta existem muitas energias vibrando que o Tarô consegue captar.

Conseguindo assim trazer os aspectos que precisam ser trabalhados e nos aconselhando nas atitudes a serem tomadas para o nosso crescimento evolutivo.

Esse aprofundamento se dá pelo fato dos Arcanos Maiores do Tarô serem símbolos que remetem aos principais *arquétipos do ser humano e os Arcanos Menores são braços desses arquétipos, permitindo assim que possamos compreender o que pode estar por traz da questão do consulente.

O Tarô Terapêutico funciona como um guia que nos dá a melhor direção para o nosso desenvolvimento pessoal.

Tarô Terapêutico

Porque ter medo de ler o Tarô

Vejo as pessoas muitas vezes com medo dessa ferramenta, com medo que o Tarô revele um futuro nefasto.

Se você é uma pessoa que pensa assim, gostaria de tranquilizá-la: Não existe um futuro pré determinado, temos o livre arbítrio a todo momento.

O futuro é construído através do presente e podemos mudar nosso presente a cada instante, e é maravilhoso quando conseguimos fazer isso com consciência. O Tarô nos ajuda a trazer essa consciência.

Uma imagem revelando alguns dos arquétipos do inconsciente coletivo

*Inconsciente pessoal:

Nele encontramos o que  eu vivi, esqueci, escondi de mim mesmo ou recalquei. As vezes reaparece em sonhos, atos falhos ou até em sintomas físicos.

*Inconsciente coletivo:

É o que não sabemos de nós mesmos, muitos pensamentos, comportamentos e sentimentos não são governados pelo eu. Não representa o que eu vivi, mas o que a humanidade como um todo viveu.

*Arquétipo:

É descrito por Carl Gustav Jung como um conjunto de imagens psíquicas presentes no inconsciente coletivo, que seria a parte mais profunda do inconsciente humano.

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